Nós, mulheres, temos um frisson e ao mesmo tempo uma disaffection pelo cômodo mais visitado de uma casa: the kitchen!
COZINHA: sua amiga ou inimiga. Conheça as utilidades de duplo sentido, que só ela tem.
Grandes invenções, com certeza, foram inspiradas dentro de uma COZINHA ou passando por ela, pelo menos, é o que eu acho. Ninguém me tira da cabeça que, Benjamin Franklin, em pleno século XVIII, teve um insite logo depois de sair de uma COZINHA, aonde comia deliciosos “bolinhos de chuva”! Pois, não foi ele quem fez a experiência de empinar uma pipa, durante uma tempestade e descobrir a tão poderosa e imprescindível energia elétrica? Então! E o mesmo Franklin, adivinhem aonde ele se inspirou para inventar também o fogão de ferro? Duvido que não foi em uma COZINHA.
Mas, a danadinha não tem apenas, qualidades, não! Qual mulher já não rogou praga quando queimou um arroz, quebrou um copo ao lavar a louça, derrubou óleo no momento de uma fritura e o pior, teve que limpar toda a sujeira, depois?
Desconfio também que, ser “escrava” da COZINHA inspirou alguma mulher a comandar o Feminismo. Afinal, originado nos meados do século XIX, foi um movimento que adquiriu cunho reivindicatório por conta das grandes revoluções, como a Francesa. Esta, tinha Igualdade, Liberdade e Fraternidade, como célebre lema. Este, foi reivindicado pelas feministas: Elas acreditavam que os direitos adquiridos (políticos e sociais) a partir das revoluções precisariam também, se estender às mulheres, enquanto cidadãs.
Não concordo com todas as reivindicações deste movimento e acredito muitas serem um tanto exageradas, mas, homens: podem parando de achar que é só o seu direito de relaxar depois de chegar do trabalho ou de só a mulher ser a tutora do lar e principalmente da COZINHA. Quando sua amada trabalha o dia todo e chega cansada, também precisa ter o direito de descansar! Então, por que homens, não dividir as tarefas? Se ambos trabalham fora, ambos precisam se entender para haver um equilíbrio entre os afazeres de uma casa, bem como, de uma COZINHA.
Outro capítulo da novela mexicana: “Cozinha, minha vida!” discute sobre pessoas com problema de ansiedade nível 1000, as quais adoram "assaltar" uma geladeira, de madrugada. Neste caso, a COZINHA torna-se a “mocinha” da casa. Porém, depois que estas mesmas pessoas confirmam na balança que, o peso do corpo duplicou, em fração de segundos, a “mocinha” transforma-se em “vilã”.
Décadas atrás, as COZINHAS eram projetadas e construídas em tamanhos grandes. Ali, as famílias se sentavam à mesa não só para comer, degustar, beber, mas, para conversar, trocar ideias.
Infelizmente, hoje, a maioria dos cômodos de uma casa e principalmente de um apartamento, foram diminuídos de tamanho, por conta da falta de espaço e por ser muito alto o valor de imóveis grandes, com divisórias muito espaçosas. Em razão disto, os tamanhos das COZINHAS foram diminuindo e os diálogos entre as famílias também. Será que projetá-las minúsculas refletiu na desunião de alguns grupos familiares? Esta resposta é um tanto complicada!
Pelo sim ou pelo não, os cozinheiros/masterchefs de plantão sempre estão a postos para alegrar e saciar os muitos frequentadores da mais requerida divisão de uma casa, especificamente usada para preparo da comida. Seja ela pequena ou grande, bem equipada ou não, moderna ou antiquada, sempre será muito procurada. Enfim, tudo pode começar e terminar, nela!





Nenhum comentário:
Postar um comentário